A outra "cor" do Rio Primeiro passeio dos líderes mundiais na cidade, do Galeão à zona Sul, revelará os problemas ambientais que não aparecem nos cartões postais.
Os líderes mundiais que vão desembarcar na cidade para a Rio+20 começarão sua temporada na cidade com uma viagem de cerca de 40 minutos entre o Aeroporto Internacional do Galeão e os hotéis da zona Sul da cidade. Para a centena de autoridades inscritas para discursar durante os três dias de conferência a partir de 13 de junho, os 25 quilômetros de trânsito lento que separam a Ilha do Governador dos bairros de Ipanema, Leblon e Copacabana serão uma aula de Rio de Janeiro – muito além dos cartões postais e da beleza carioca cantada e contada. O próprio desembarque das delegações obriga a um choque de realidade quando o assunto é a cidade-sede da Rio+20. A Baía de Guanabara ainda encanta, pois é único o cenário de mar e montanha onde se formou a cidade. Mas o espelho d’água, confundido com um rio pelos portugueses que desbravaram esse território no século XVI, é hoje um ponto de deságue dos problemas ambientais do Rio e dos 16 municípios que se formaram ao redor da Guanabara.
Luís Bulcão, do Rio de Janeiro
Revista Veja
Nem tudo vai ser colorido para as autoridades que irão desembarcar na cidade a fim de discutir a Rio +20. A outra cor do Rio de Janeiro surgirá mediante o percurso até o hotel, que de repente poderá despertar um outro fator a ser discutido: A verdadeira realidade Ambiental de nossa cidade e o que fazer de imediato para recuperar sua verdadeira cor.
Cerca de 100 chefes de estado ou de governo poderão desembarcar para discursar no plenário da Rio+20. Espera-se que seja apenas uma indicativa e que esse número se multiplique a fim de promoverem juntos,discussões e possíveis soluções sobre temas ambientais, sociais, econômicos e sustentáveis em prol do nosso planeta, fazendo,a princípio colorir melhor o Rio .
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